Cerveja e a estrela de seis pontas

Na idade média, a natureza era investigada (cientificamente ou não…) por três “profissionais”: os monges, os magos e os alquimistas.

Para os alquimistas, a cerveja era resultado da combinação de quatro elementos: ar, terra, água e fogo. Como o processo de fermentação era um mistério e sua reprodutibilidade era rara, somente “iniciados” conseguiam produzir cerveja regularmente com sucesso.

Simbologia simplificada da Cerveja com a Estrela de Seis Pontas

 

Por isto a estrela de seis pontas, que é o símbolo dos alquimistas, foi incluída nos primeiros rótulos de cerveja – inclusive alguns a exibem até hoje!!!

Agora você percebe a estrela de seis pontas?

Fonte: Morado, Ronaldo – Larousse da Cerveja

Tempo para Evoluir

Vocês já se deram conta da quantidade de horas que passamos trabalhando diariamente? Dez, doze, quatorze horas ás vezes?

O que falar do tempo no trânsito? Mais quatro horas dispendidas entre todos os trajetos?

E a pergunta que não quer calar:  o que sobra para as demais atividades? Pois é, este tema tem me assolado recorrentemente – tenho pensado na nossa sociedade moderna e para onde nos encaminhamos. É nítido que as horas não são mais suficientes para fazermos o que quer que seja que não trabalhar e esta constatação me fez divagar um pouco sobre nosso futuro.

Imagine hipoteticamente que passamos, todos, em média 14 horas por dia em deslocamento nas nossas atividades profissionais – em um dia de 24 hora e com as necessárias 8 horas de sono, temos somente duas horas para o que quer que seja: família, lazer, estudo, etc.

Terminantemente um tempo insuficiente para recarregar as baterias diárias.

Em suma, esta é a problemática: a falta de tempo nos dias de hoje.

E quanto a solucionática? O que vocês acham que podemos fazer para resolver esta equação?

Um Amigo se foi

Hoje tive a notícia de que um querido amigo se despediu de nosso convívio.

Fiquei pensando a melhor forma de colocar para fora a sensação de perda que me assolava, quando  lembrei da paixão de Douglas pela vida. Sim, Douglas era um apaixonado pela vida, paixão esta tão intensa, avassaladora, viceral, que nós, pobres aprendizes na arte de viver, deveríamos repensar a forma como levamos nossas vidas adiante.

Douglas foi além dos “10 anos a 1000” – ele vivia todos os dias como se fosse o último, não de uma forma saudosista, mas aproveitando todos os momentos para compartilhar a felicidade que encerra o fato de estar vivo, de respirar. Em sua companhia, Douglas nos envolvia em uma aura de bem estar e a sua alegria acolhia quem quer que fosse, fazendo de todos os momentos ao seu lado algo especial.

Terminantemente, Douglas exemplificava a palavra a palavra irmandade.

Pois bem, um Amigo se foi, mas sua forma de viver a vida fica, ensinando seus amigos a deixarem de tratar de seus dias como “mais um”, e sim como “Aquele que pode ser o último”.

Douglas, fica em paz.

Cerveja, o néctar dos Deuses

Para começar bem este blog, basta falar da bebida alcoólica mais consumida no mundo: cerveja!

Sendo mais justo, ao invés de bebida alcoólica, melhor chamar de bebida bucólica, isto porque, quem bem a conhece, sabe da ligação que ela tem com os verdes campos de onde foi germinada. Verdade seja dita, até abençoada ela é! Não sabia? Pois bem, Santo Agostinho (354 – 430) é considerado pela Igreja Católica o Padroeiro dos Cervejeiros e a (nossa) data é 28 de agosto.

Como cerveja também é cultura, vou trazer algumas curiosidades do mundo cervejeiro de vez em quando.

Aqui vai a primeira: vocês sabiam que a figura da estrela de seis pontas tem simbologia ligada com a produção da cerveja? Olhem na parte superior direita da foto acima… Maiores detalhes nos próximos capítulos 😉

 

 

 

Um brilhante recomeçar

Ontem sob o brilho da lua cheia, tive a firme resolução de voltar a escrever. Percebi que os antigos músculos estavam beirando a atrofia, meu raciocínio já estava sendo ultrapassado pelo de minhas filhas, então, resolutamente, concordei que seria hora de empreender algo para sair do marasmo.

Atualizei as ferramentas de meu site, troquei o blogger (agora utilizo WordPress) e aqui estou eu, exercitando meus neurônios novamente!

A fim de que possa adicionar o adjetivo prazeiroso aos breves momentos que passaremos por aqui, resolvi definir que não haverá definição, ou seja, nenhum assunto será cerceado destas páginas. A única exigência é a que exista prazer ao ler e ao escrever.

Seja bem vindo – estamos em casa.