Um Amigo se foi

Hoje tive a notícia de que um querido amigo se despediu de nosso convívio.

Fiquei pensando a melhor forma de colocar para fora a sensação de perda que me assolava, quando  lembrei da paixão de Douglas pela vida. Sim, Douglas era um apaixonado pela vida, paixão esta tão intensa, avassaladora, viceral, que nós, pobres aprendizes na arte de viver, deveríamos repensar a forma como levamos nossas vidas adiante.

Douglas foi além dos “10 anos a 1000″ – ele vivia todos os dias como se fosse o último, não de uma forma saudosista, mas aproveitando todos os momentos para compartilhar a felicidade que encerra o fato de estar vivo, de respirar. Em sua companhia, Douglas nos envolvia em uma aura de bem estar e a sua alegria acolhia quem quer que fosse, fazendo de todos os momentos ao seu lado algo especial.

Terminantemente, Douglas exemplificava a palavra a palavra irmandade.

Pois bem, um Amigo se foi, mas sua forma de viver a vida fica, ensinando seus amigos a deixarem de tratar de seus dias como “mais um”, e sim como “Aquele que pode ser o último”.

Douglas, fica em paz.

Um brilhante recomeçar

Ontem sob o brilho da lua cheia, tive a firme resolução de voltar a escrever. Percebi que os antigos músculos estavam beirando a atrofia, meu raciocínio já estava sendo ultrapassado pelo de minhas filhas, então, resolutamente, concordei que seria hora de empreender algo para sair do marasmo.

Atualizei as ferramentas de meu site, troquei o blogger (agora utilizo WordPress) e aqui estou eu, exercitando meus neurônios novamente!

A fim de que possa adicionar o adjetivo prazeiroso aos breves momentos que passaremos por aqui, resolvi definir que não haverá definição, ou seja, nenhum assunto será cerceado destas páginas. A única exigência é a que exista prazer ao ler e ao escrever.

Seja bem vindo – estamos em casa.